Programação

Sexta-feira – 31 de maio

9h – Abertura do Encontro

9h15 – 11h45 – Mesa 1 – Ilustração, jornalismo e as diversas mídias

  • Roger Mello
  • Fernando Lopes (Correio Braziliense)
  • Jorge Braga (O Popular).

Mediação – Coletivo Fake Fake

14h – 16h30 – Mesa 2 – Ilustração e Literatura

  • Roger Mello
  • Rosinha Campos
  • Victor Tavares
  • Romont Willy

Mediação – Coletivo Fake Fake

17h – 19h – Mesa 3– A carreira do ilustrador

  • Ciça Fittipaldi
  • Gougon
  • Jô Oliveira
  • Odilon Moraes

Mediação – Coletivo Fake Fake

Sábado – 01 de junho

9h – 12h – Oficina de Ilustração com Odilon Moraes (para adultos)

14 – 17h – Oficina de Ilustração com Roger Mello (para crianças)

EXTRA – Exposição de ilustrações e imagens nos espaços da Flipiri
Curadoria – Sophia Pinheiro

Participantes

Roger Mello

Renomado e talentoso escritor de literatura infantil, ilustrador e capista Roger será um dos
homenageados da FLIPIRI. Nascido em Brasília, em 1965, estudou Design Industrial e Programação Visual.

Seu currículo inclui as mais importantes distinções em literatura e artes plásticas, credenciando-o como um dos mais versáteis e criativos autores de literatura infanto-juvenil.

Nos últimos vinte anos, ilustrou mais de cem livros, vinte deles com textos de sua autoria. Entre as inúmeras distinções nacionais e internacionais em reconhecimento a seu trabalho, destacam-se o prêmio suíço Espace Enfants em 2002 e, no ano seguinte, o título vencedor do prêmio Jabuti nas categorias de literatura infanto-juvenil e ilustração com Meninos do Mangue, além de ter sido o primeiro ilustrador brasileiro indicado para a final do Prêmio Hans Christian Andersen em 2010 e 2012.

É ainda hors-concours na Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ).

Ciça Fittipaldi

Nascida em São Paulo, é radicada em Goiânia, onde atua como professora de Ilustração e Design Editorial no curso de Design Gráfico na Universidade Federal de Goiás. Desenvolve também amplo trabalho na área de pesquisa das visualidades e das narrativas orais indígenas e afro-brasileiras.

Autora de vários livros infantis que recontam mitos de diversas culturas existentes no Brasil, já ilustrou mais de 50 livros infanto-juvenis, tendo ganhado vários prêmios, entre eles o Jabuti de Ilustração.

Fernando Lopes

Começou a desenhar no Chile, onde viveu até os 17 anos de idade. De volta ao Brasil, frequentou a Escola de Artes Visuais do Parque Lage e é bacharel em Artes pela Universidade de Brasília.

Influenciado pelo expressionismo, cubismo e surrealismo, seus trabalhos para o jornal Correio Braziliense frequentemente apresentam um tom sombrio e bastante crítico.

Começou a ilustrar profissionalmente em 1980, durante os anos em que viveu em São Paulo. Atualmente reside em Brasília e soma 30 anos de profissão, com trabalhos também nas áreas de ilustração médica e anatômica, selos postais e trabalhos editoriais.

Gougon

Gougon é jornalista formado pela UnB. É o decano da ilustração jornalística em Brasília, tendo ingressado no Correio Braziliense em 1967, para participar da aventura de instalação do off-set no jornal, para o qual realizou os primeiros cartuns a pedido do Jornalista Ary Cunha.

Na mesma época trabalhou na antiga TV Brasília, introduzindo a charge política de movimento, ainda no tempo da TV em preto e branco. Mas foi no Jornal de Brasília onde permaneceu por mais tempo, produzindo charges políticas, que se transformaram em livros – Que País é Este e Onde está a Nossa Bandeira, Fogo Cerrado, Traçando a Carta.

Gougon nunca deixou de produzir charges, cartuns e ilustrações, como também participar de vários salões, como o do Piauí, da Funarte e muitos outros. Continua em atividade no desenho de humor. Mais recentemente, seu trabalho pode ser visto no jornal MEIA UM, de Brasília.

Jô Oliveira

Desenhista de histórias em quadrinhos e ilustrador, formado em Comunicação Social pela Escola Superior de Artes Industriais, na Hungria, Jô Oliveira participou de revistas em quadrinhos no Brasil, Itália, Grécia e Argentina, entre outros países.

Dentre suas obras, destaca-se Hans Staden – um aventureiro no novo mundo, publicada originalmente em capítulos na revista italiana Corto Maltese em 1989 e lançada no Brasil pela editora Conrad em 2005.

No Brasil, ele é mais conhecido por ter ilustrado diversos selos dos Correios e por ilustrações de livros didáticos e infanto-juvenis, dos quais se destacam uma versão de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll. Em 2004 foi premiado com o Troféu HQ Mix como Grande Mestre.

Jorge Braga

Colabora, desde 1977, para o jornal O Popular, de Goiânia, tendo passado também por colaborações para outros veículos como O Pasquim e Diário da Manhã (onde tinha a tarefa de ilustrar as crônicas de Carlos Drummond de Andrade).

Cartunista, chargista, caricaturista, dono de um humor afiado e inteligente, Jorge é premiado e celebrado como uma das personalidades mais carismáticas e extrovertidas da cena cultural goiana.

Odilon Moraes

Nasceu em 1966, em São Paulo. Com poucos meses de idade, mudou-se com a família para o interior do estado.

Lá viveu até entrar na faculdade, quando voltou à capital. Cursou arquitetura, mas sua paixão por livros e desenhos o levou a trabalhar com ilustração de livros e recebeu prêmios como o Jabuti e o Adolfo Aizen, prêmio da União Brasileira de Escritores.

Em 2002, a Companhia das Letrinhas publicou A princesinha medrosa, o primeiro livro que Odilon, além de ilustrar, escreveu.

Romont Willy

Ilustrador autodidata e autor, mora em Brasília. Destaca-se pela versatilidade nas técnicas aplicadas em suas obras: aquarelas, guaches, colagens, massa de modelar ou pintura digital.

Atualmente, tem mais de 30 livros ilustrados. Já ilustrou trabalhos para agências de publicidade, mas confessa que os livros infantis são sua paixão.

Rosinha Campos

Nasceu em Recife, Pernambuco. Formou-se em Arquitetura, pela Universidade Federal de Pernambuco.

Depois de se apaixonar pela literatura infantil e juvenil, fechou o escritório de arquitetura e passou a se dedicar à ilustração. Em 1994 lançou seu primeiro livro, em Recife. Desde então freqüenta as bienais e feiras do livro, o Salão FNLIJ do Livro para Crianças e Jovens e a Children’s book fair Bologna. Fez pós-graduação em Literatura Infantil e Juvenil na Faculdade de Filosofia do Recife e formação artística com o artista plástico japonês Sunish Yamada.

Foi votante da FNLIJ durante 7 anos e desde 1998 trabalha com formação de leitores. Em 2003 passou a ilustrar para as editoras de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Em 2007 começou a escrever e atualmente divide seu tempo entre texto e ilustração. Recebeu vários prêmios da FNLIJ e o prêmio Jabuti, pela coleção Palavra Rimada com Imagem, publicada pela Editora Projeto. Tem mais de 80 livros publicados.

Sophia Pinheiro

Graduada em Artes Visuais Bacharelado em Design Gráfico pela Universidade Federal de Goiás, fez mobilidade acadêmica por um ano na Universidade Federal do Rio de Janeiro em Comunicação Visual – Design.

Realizou iniciação científica PIBIC/CNPQ e TCC em Narrativas Híbridas (artes e literatura). É Co-fundadora do Coletivo FAKE FAKE (2008), coletivo de artistas visuais. Trabalha como pensadora visual, artista interessada na poética das imagens e também na estética manual: arte, ilustração, gravura, design gráfico, fotografia, arte e tecnologia.

Também é produtora cultural e curadora, tendo realizado todos os projetos do Coletivo FAKE FAKE, além de ter participado de diversas exposições com a temática da ilustração e arte visual. Colabora com plataformas importantes da área como o IdeaFixa.

Victor Tavares

Ilustrador de livros infantis, nasceu no Rio de Janeiro, em 1971 e começou sua carreira em 1989.

Tem se dedicado a trabalhar com desenhos animados (com passagens pelo estúdio de animação do grupo CCAA e por dois anos no estúdio Terraglyph, na Irlanda) e ilustrações para livros e revistas.

Também participou, como animador free-lancer, da produção para a TV de Aladdin, dos estúdios Disney. Ilustrou livros e revistas no Brasil, Inglaterra e Estados Unidos, tendo recebido oito prêmios de ilustrações no Brasil.

Coletivo Fake Fake

Criado em 2008, por estudantes do curso de Design Gráfico da Faculdade Federal de Goiás, o Coletivo visa criar circuitos e interagir com espaços das artes contribuindo com o cenário cultural de Goiás.

Seus integrantes estão interessados em fortalecer e promover a reflexão da ilustração e design goiano como área profissional através de palestras, oficinas, encontros e vernissages. Pelo Coletivo já passaram profissionais ligados à ilustração, design, moda, artes e fotografia.

Coletivo Fake Fake